1 - é possível ficar sem tirar foto
2 - é possível não dar check-in
3 - não é obrigatório o uso de roupas fluorescentes
4 - não é obrigatório o uso de micro roupas
5 - os homens tendem a usar roupas mais coloridas que as mulheres
6 - no pain, no gain (hu3)
7 - é normal fazer duas séries de quinze e uma de catorze (ou dez)
8 - o choro é livre, mas não reclame comigo, reclame com o treinador
9 - ninguém precisa saber que você foi à academia (hu3)
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Perrengue na Bienal do Livro - parte 2
Depois do sufoco que passei para conseguir entrar na Bienal do Livro (veja em Perrengue na Bienal do Livro - parte 1), eu ainda tinha outro desafio: encontrar minhas amigas que estavam lá dentro.
Pensa comigo. Você toma café às 11h de sábado, chega às 14h30 na Bienal, fica embaixo daquele sol típico do Saara e consegue entrar no evento às 15h40. Qual a primeira coisa em que você pensa? "Vou encontrar o pessoal". Só que não. Fui direto para a praça de alimentação, porque estava morrendo de fome e fome = mau humor e possibilidade de agressão.
Após me apertar pelos corredores da Bienal, atropelar e ser atropelada, cheguei à fonte de temakis, lanches, pães de queijo, espetinhos e pizzas. Claro que fui onde tinha menos gente, a dos espetinhos. Mas como desgraça pouca é bobagem... "Acabaram os lanches!!! Agora só temos espetos e o tempo de espera é de uma hora!!!", gritou a moça do caixa. "Que absurdo... não é à toa que estão dizendo que esta é a pior Bienal", disse um dos famintos da fila. Fiz meu pedido e enquanto esperava, tentei entrar em contato com minhas amigas, por sms, ligação, Whatsapp... Adivinhe. Sem 4G, 3G, 2G ou G. O jeito era comer em paz (sentada no chão, já que não havia espaço nas mesas) e depois ir em busca da galera perdida.
Alimentada e satisfeita, comecei a andar pela Bienal (tentei) e estava contando com a sorte de esbarrar em algum amigo ou de conseguir mandar mensagem para minhas amigas. Descobri que quando uma mensagem chegava, ela chegava com pelo menos meia hora de atraso.
Como as filas nas editoras estavam imensas, deu tempo de eu receber uma mensagem e encontrar minhas amigas! Mas claro que a história não termina por aí!
Em breve a parte 3.
Pensa comigo. Você toma café às 11h de sábado, chega às 14h30 na Bienal, fica embaixo daquele sol típico do Saara e consegue entrar no evento às 15h40. Qual a primeira coisa em que você pensa? "Vou encontrar o pessoal". Só que não. Fui direto para a praça de alimentação, porque estava morrendo de fome e fome = mau humor e possibilidade de agressão.
Após me apertar pelos corredores da Bienal, atropelar e ser atropelada, cheguei à fonte de temakis, lanches, pães de queijo, espetinhos e pizzas. Claro que fui onde tinha menos gente, a dos espetinhos. Mas como desgraça pouca é bobagem... "Acabaram os lanches!!! Agora só temos espetos e o tempo de espera é de uma hora!!!", gritou a moça do caixa. "Que absurdo... não é à toa que estão dizendo que esta é a pior Bienal", disse um dos famintos da fila. Fiz meu pedido e enquanto esperava, tentei entrar em contato com minhas amigas, por sms, ligação, Whatsapp... Adivinhe. Sem 4G, 3G, 2G ou G. O jeito era comer em paz (sentada no chão, já que não havia espaço nas mesas) e depois ir em busca da galera perdida.
Alimentada e satisfeita, comecei a andar pela Bienal (tentei) e estava contando com a sorte de esbarrar em algum amigo ou de conseguir mandar mensagem para minhas amigas. Descobri que quando uma mensagem chegava, ela chegava com pelo menos meia hora de atraso.
Como as filas nas editoras estavam imensas, deu tempo de eu receber uma mensagem e encontrar minhas amigas! Mas claro que a história não termina por aí!
Em breve a parte 3.
sábado, 23 de agosto de 2014
Perrengue na Bienal do Livro - parte 1
Quinta-feira decidi que iria na Bienal do Livro. Minhas amigas iam e nossos rolês geralmente são épicos. Nas outras edições em que fui, sempre comprei o ingresso na porta. Mas o meu erro desta vez foi não ter comprado o ingresso pela internet. Começa por aí.
Pegamos o ônibus gratuito da Barra Funda e fomos ao evento. Chegamos às 14h20. "Vão entrando, que eu vou comprar os ingressos e encontro vocês lá dentro", eu disse. Nunca estive tão enganada na minha vida!!!!
Segui até a bilheteria e vi uma fila imensa. Um sol do inferno às duas da tarde. Andei, andei, andei e não chegava o fim. A fila dobrava e não seria absurdo dizer que estava quilométrica, literalmente. Tive a brilhante ideia de comprar o ingresso pelo celular e retirar na entrada. Saí da fila e fui pra sombra. Tentei mil vezes comprar o ingresso e em todas dava erro.
Chegou ao meu lado uma moça com duas crianças pequenas. Ela me disse que estava esperando o marido comprar o ingresso pro filho que tinha menos de 12 anos, mas como estava sem documento, não conseguiu entrar sem pagar. Eu perguntei se ela não conseguiria pegar a fila preferencial, já que estava com duas crianças. Ela me disse que só poderia, se uma das filhas tivesse até três anos.
Eu disse que estava tentando comprar pela internet e a moça pediu para que eu comprasse para ela também. Comprei.
Chegamos na entrada do evento, disseram que quem compra pela internet tem que retirar os ingressos na bilheteria. Ou seja, teria de voltar a pegar aquela fila enorme. Agora pensa: além de você pagar taxa de conveniência + taxa de retirada (R$ 10, 00), você ainda tem que enfrentar uma fila absurda pra pegar o ingresso. A moça então perguntou se ela poderia entrar como patrocinadora. Ela fez o cadastro e conseguiu a entrada que ela precisava.
A moça poderia muito bem ter me falado: "se lasca aí" e ter entrado na Bienal. Mas ela não desistiu de mim. "Você me ajudou, agora eu vou te ajudar", me falou. Ela conseguiu dar um jeito para o o filho dela entrar sem o ingresso e me deu o que estava sobrando.
Devolvi o dinheiro que ela tinha me dado pelo ingresso comprado pela internet e ainda me senti endividada.
Não sei se ela um dia vai ler esse post, mas quero deixar registrado que serei eternamente grata.
Foi assim que consegui entrar no segundo dia de Bienal do Livro, às 15h40. Essa foi só a primeira parte da história, porque eu ainda tinha de encontrar minhas amigas que estavam lá dentro.
Pegamos o ônibus gratuito da Barra Funda e fomos ao evento. Chegamos às 14h20. "Vão entrando, que eu vou comprar os ingressos e encontro vocês lá dentro", eu disse. Nunca estive tão enganada na minha vida!!!!
Segui até a bilheteria e vi uma fila imensa. Um sol do inferno às duas da tarde. Andei, andei, andei e não chegava o fim. A fila dobrava e não seria absurdo dizer que estava quilométrica, literalmente. Tive a brilhante ideia de comprar o ingresso pelo celular e retirar na entrada. Saí da fila e fui pra sombra. Tentei mil vezes comprar o ingresso e em todas dava erro.
Chegou ao meu lado uma moça com duas crianças pequenas. Ela me disse que estava esperando o marido comprar o ingresso pro filho que tinha menos de 12 anos, mas como estava sem documento, não conseguiu entrar sem pagar. Eu perguntei se ela não conseguiria pegar a fila preferencial, já que estava com duas crianças. Ela me disse que só poderia, se uma das filhas tivesse até três anos.
Eu disse que estava tentando comprar pela internet e a moça pediu para que eu comprasse para ela também. Comprei.
Chegamos na entrada do evento, disseram que quem compra pela internet tem que retirar os ingressos na bilheteria. Ou seja, teria de voltar a pegar aquela fila enorme. Agora pensa: além de você pagar taxa de conveniência + taxa de retirada (R$ 10, 00), você ainda tem que enfrentar uma fila absurda pra pegar o ingresso. A moça então perguntou se ela poderia entrar como patrocinadora. Ela fez o cadastro e conseguiu a entrada que ela precisava.
A moça poderia muito bem ter me falado: "se lasca aí" e ter entrado na Bienal. Mas ela não desistiu de mim. "Você me ajudou, agora eu vou te ajudar", me falou. Ela conseguiu dar um jeito para o o filho dela entrar sem o ingresso e me deu o que estava sobrando.
Devolvi o dinheiro que ela tinha me dado pelo ingresso comprado pela internet e ainda me senti endividada.
Não sei se ela um dia vai ler esse post, mas quero deixar registrado que serei eternamente grata.
Foi assim que consegui entrar no segundo dia de Bienal do Livro, às 15h40. Essa foi só a primeira parte da história, porque eu ainda tinha de encontrar minhas amigas que estavam lá dentro.
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