De repente a vida os traz pra mim
Tão frágeis, de asas quebradas
Carrego-os com cuidado em minhas estradas
Com a certeza de que haverá um fim
O coração se apega e se aperta
Porque seu destino já conhece
Quem há de ouvir minha prece?
Quem libertará aquele que liberta?
Aquele que esteve em minha mão
De asas curadas e rosto aflito
Com eterna gratidão, voa ao infinito
E jamais retorna ao meu coração
Tão frágeis, de asas quebradas
Carrego-os com cuidado em minhas estradas
Com a certeza de que haverá um fim
O coração se apega e se aperta
Porque seu destino já conhece
Quem há de ouvir minha prece?
Quem libertará aquele que liberta?
Aquele que esteve em minha mão
De asas curadas e rosto aflito
Com eterna gratidão, voa ao infinito
E jamais retorna ao meu coração
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